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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
O Que É uma Rede de computadores?
É um conjunto de hardware e software que permite que computadores individuais
estabeleçam comunicação entre si. Essa comunicação permite, não só a troca de
informações, mas também o compartilhamento de recursos. Mas não é por estar em
rede que todos os arquivos e recursos de seu micro pessoal estarão disponíveis aos
demais usuários indiscriminadamente. Isto só ocorre quando não são adotados
procedimentos de segurança para controle do acesso físico e lógico ao micro em
questão.
A lista seguinte é um resumo dos objetivos e benefícios de uma rede:
Compartilhamento de recursos;
Compartilhamento de informações;
Redução de custos;
Segurança.
Faça o teste: Você é Um Hacker?
Confira o resultado no final:
1. Quando criança seus brinquedos incluiam video games, peças de armar (tipo Lego), brinquedos
eletrônicos, kits de mágica ou jogos de estatégia do estilo War e Banco Imobiliário?
2. Você costuma se perguntar como as coisas são feitas?
3. Você já virou a noite fazendo algum trabalho no micro?
4. Você gosta de ler?
5. Você usa o computador mais de quatro horas por dia?
6. Você tem facilidade em fazer as pessoas acreditarem em mentiras?
7. Seus pais têm (ou tiveram) dificuldade para manter você na linha?
8. Você ouve mais a palavra NÃO do que SIM?
9. Você consegue se lembrar de pelo menos três encrencas em que tenha se metido?
10. As pessoas te pedem ajuda em assuntos que você acha simples, mas elas acham complexos,
como programar um videocassete por exemplo?
11. Existe mais de três assuntos que você aprendeu por conta própria e domina bem (assuntos
que normalmente as outras pessoas só aprendem em cursos, como idiomas, informática e preparação
para concursos)?
12. Você acha que ao seu redor existem mais pessoas ‘burras’ do que ‘inteligentes’?
13. Você se considera uma pessoa excêntrica (com gosto e comportamento diferentes da maioria
das pessoas)?
14. Você costuma ser chamado para opinar sobre a compra de aparelhos eletrônicos, como
computadores, videocassetes e telefones celulares?
15. Você tem uma biblioteca só sua?
16. Seus amigos o consideram uma pessoa inteligente?
17. Se você fosse um hacker e alguém lhe perguntar isto, você confirmaria ser hacker?
18. Você usa o computador a mais de dois anos?
19. Você gosta de filmes de ficção científica?
20. Quando assiste a shows de mágica você costuma descobrir o truque ou pelo menos pensar a
respeito?
Agora conte UM PONTO para cada SIM e confira o resultado:
Se você fez de 1 a 18 pontos você é LAMER - Sinto muito. Você ainda é um
Lamer e de vez em quando as pessoas se aproveitam da sua ingenuidade. Não sei
se um dia vai conseguir se tornar um hacker. Mas se você continuar visitando esse site sera um bom começo
A Um Passo do Crime
Ser hacker, para quem gosta, pode ser legal. Muitas das ações hacker podem ser
feitas sem infringir uma só linha do Código Penal. O problema é que estamos no
Brasil, onde o sistema judiciário, quando quer, cria todas as condições para que
um cidadão seja condenado em uma acusação, independente da sua inocência.
Estamos em um país em que, se por um lado é exigido o curso superior para
alguém se tornar delegado, o mesmo não ocorre nas cidades mais isoladas, onde
o delegado pode ser até analfabeto. Basta ser homem de coragem e ser indicado
por político local. Nosso país é um país de extremos e de situações inusitadas.
Não é difícil encontrar um engenheiro sendo mandado por alguém que mal concluiu
o ensino primário, mas que é o dono da empresa. Uma das minhas teorias é
a de que todo o sistema educacional, incluindo o ensino superior, preparar operácasos do empregado com anos de dedicação aos estudos, sendo mandado e mal
pago por patrões ou políticos semi-analfabetos. No meu site
http://Prosperidade.Net, tem um artigo com o título “Quer ficar rico? Então pare de
trabalhar”. Não será esta aberração social que está incentivando as pessoas inteligentes
a usarem o computador para o crime?
Mas voltando as idiossincrasias do nosso sistema judiciário, é recente o caso de
um cidadão que denunciou à ouvidora da ONU ter sofrido violência física nas
mãos de policiais e apareceu morto poucos dias depois. Também fiquei perplexo
ao ver no programa Fantástico da Rede Globo o caso de um juiz que manteve a
pensão alimentícia de uma criança, mesmo quando o exame de DNA provou que
o acusado não era o pai biológico.
Com estas e outras fica difícil confiar cegamente na justiça brasileira. Aquele
lema ‘a justiça é cega’, parece querer dizer ‘a justiça é cega para a verdade’. Não dá
pra confiar na justiça brasileira. É impossível prever se uma ação hacker vai dar
em nada ou será o início de uma grande caça as bruxas. Então, embora a maioria
das ações hacker não seja explicitamente prevista no Código Penal, aos olhos da
Lei, uma ação hacker poderá ser ‘enquadrada’ em algum outro artigo, incluindo
os do Código Civil e do Código de Defesa do Consumidor.
As maiores chances de ter problemas com a justiça será se for pego envolvido
com FRAUDE NO SISTEMA FINANCEIRO (bancário, bolsa de valores, operadoras
de cartão de crédito, grandes sites de e-commerce), PIRATARIA,
PEDOFILIA (hospedagem ou divulgação de fotos de menores mantendo relações
sexuais ou despidos), DISCRIMINAÇÃO (contra judeus, gays, negros e
qualquer outro grupo com representatividade) ou se o alvo escolhido for PESSOA
ou EMPRESA influente. No Brasil, há casos em que a polícia é omissa. E
há casos, principalmente os que têm repercussão na imprensa, que o delegado
acompanha pessoalmente as investigações e diligências. É só acompanhar o noticiário
especializado para conferir o que estou dizendo. Além do mais, ‘delegado’
é cargo político. Basta uma indisposição com o governador ou prefeito para o
policial ir prestar serviços na pior delegacia que o Estado tiver. Se o feito do
‘hacker’ der voto ao político, ele vai mandar o delegado se virar para solucionar o
caso. É capaz do governador em pessoa posar ao lado do ‘hacker’, quando preso.
Para que você tenha uma idéia do ‘risco’ que estará correndo caso decida aprontar
alguma, tenha em mente o seguinte:
1. A julgar pelo noticiário nacional, a impressão que se tem é de que a maioria dos
crimes comuns ficam impunes. Que dirá os crimes de informática que são dificeis
de de qualificar, enquadrar (já dei as áreas de risco) e condenar.
2. O fato de haver uma condenação não implica em uma ‘prisão’. Pelo menos nãoem regime fechado. A pena mais comum é a prestação de serviços comunitários.
É bem capaz do hacker ser obrigado a ensinar informática de graça em alguma
favela.
2. Pessoas e empresas vítimas de crimes virtuais, em sua maioria, não dão queixa.
Preferem evitar o desgaste, a burocracia e a desinformação dos funcionários e
dos órgãos competentes. Também não fica bom para a imagem da empresa a
divulgação de ter sido vítima de ação hacker.
3. São poucas as delegacias especializadas em Crimes de Informática. Creio que
só exista uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo (não confundir com delegacias
virtuais). E se depender do que lemos sobre a falta de recursos nas outras
especializadas, que dirá nesta, que é novidade.
4. No Brasil as pessoas não vão presas por cometerem crimes. Vão presas por
não terem um bom advogado.
5. Você não precisa se assumir culpado. Pode e deve negar qualquer acusação até
que possa ser assistido por um advogado. Principalmente sobre pressão.
6. Não esqueça que os advogados não estão ali para defender inocentes, eles
estão ali para defender.
7. Quem tem que provar que você é culpado é quem o acusa. Não você provar
que é inocente. Mas vão fazer com que você pense exatamente o contrário.
Hierarquia Hacker
A famosa ‘hierarquia hacker’ é pouco praticada no Brasil. Não temos ‘grupos
organizados’ ou ‘clãs’ hacker tão atuantes como os que existem e exitiram nos
EUA. Mesmo o Legiao, grupo de pesquisa criado e mantido por mim, possui
entre os seus membros aqueles que se dedicam a pichar sites nas horas vagas.
Como não podem usar o nome Legiao nestas babaquices, inventam o nome de
algum grupo. Ás vezes pedem até a minha sugestão. Como eu já disse antes neste
mesmo capítulo, a Internet pública no Brasil não tem nem oito anos. Ao contrário
dos EUA, cuja Internet pública vai completar dezenove anos no ano que vem.
O que temos de clãs são os que se reunem para jogos estilo RPG e Counter
Strike. Também temos aqueles que alegam pertencer a determinado grupo (grupo
de um homem só). O Brasil está entre os primeiros lugares no ranking do
hacking mundial, mas não significa que possua esta quantidade absurda de grupos
ou de hackers. São muitas as ações, mas partindo de grupos reduzidos e até
mesmo uma pessoa em nome de um grupo imaginário. A (má) fama do Brasil é
mais por conta de pichações de sites e não de invasões espetaculares ou criação
de vírus e ferramentas de segurança.
Entre os ‘grupos’ com conhecimentos hacker, já identifiquei os seguintes:
- profissionais de rede em busca de conhecimentos hacker para a própria
defesa ou de seus clientes e valorização do currículo;
- pessoas querendo abrir contas de E-Mail para ver se pegam alguma traição
do companheiro;
- adolescentes que se exibem em salas de chat e canais do IRC;
- professores de informática e proffisonais de informática farejando um
novo filão: o curso de segurança ou anti-hacker.Fora estes, identifiquei um grupo
que está se tornando cada vez mais atuante. São quadrilhas em busca de hackers
ou conhecimentos hacker para a prática de crimes de informática. Algumas já
foram pegas, mas existem outras em ação. É um crime limpo, sem qualquer risco
de confronto policial durante sua execução e, se bem executado, indetectável. A
tendência é que este tipo de ‘grupo’ cresça bastante nos próximos anos.
Eu mesmo recebi convites prá lá de suspeitos durante o ano de 2002 e 2003. Se
você também ficar em evidência, como foi o meu caso, talvez receba convites
deste tipo. Só espero que resista à tentação do dinheiro fácil e use sua inteligência
para atividades honestas e produtivas. Se você se acha inteligente, use esta inteligência
para coisas boas, incluindo ganhar dinheiro. Você não precisa ser um hacker
do crime. O mundo vai valorizar o hacker ético. E pagará muito bem por este
serviçoNão há organização no hackerismo brasileiro. Algumas revistas especializadas no
assunto teimam em tentar fazer-nos acreditar que estes grupos altamente organizados
existem, se comunicam por código do tipo usado para escrever a palavra
h4ck3r, e estão neste exato momento planejando seu próximo ataque. Devaneio
puro. O grupo que realmente deve estar planejando o próximo ataque é o de
criminosos que estão usando técnicas hacker para aplicar golpes na Internet.
Nosso Brasil não é um país de ideologia e ideologismos. A reforma na educação
cuidou disso muito bem.
Queremos mudar um pouco este cenário. Temos em nossos planos a realização
de vários encontros hacker pelo Brasil, a realização da DEFCON nacional e a
vinda do Kevin Mitnick para algum evento. Quase o trouxemos agora em abril de
2004. Infelizmente os 60 mil reais que ele cobra para ficar duas horas em um
evento ainda é mais do que podemos dispor.
Os 21 Mandamentos do Hacker
Sem data definida, encontramos também outro texto lendário da Internet, os 21
Mandamentos do Hacker. Percebe-se tanto nesse texto como no anterior o espirito
adolescente e traços da ingenuidade da segunda geração de hackers americanos:
1- Descobriu algo novo, olhe!
2- Não apague nada! É melhor ter acesso a um provedor do que destruí-lo.
3- Não modifique nada, ao menos que queira ser descoberto.
4- Nunca tente um su root direto. Isso fica logado!
5- Não fique dando telnet, pegando e-mail ou utilizando o acesso dos outros.
6- Nunca subestime um sysop.
7- Para atacar, escolha um horário entre 00:30 e 06:00.
8- Uma vez dentro, tente dominar o lugar. É claro: com muita cautela!
9- Não confie em ninguém.
10- Se pegar a senha do root de algum provedor e não souber o que fazer, mate-se!
11- Não teste vírus no seu próprio HD.
12- Tenha uma estratégia pronta antes de atacar.
13- Se possível, use os computadores de sua universidade. É mais seguro!
14- Não distribua, para ninguém, informações ou dados sobre o que você pegou.
15- Não obedeça a regras (claro que essas devem ser cumpridas...).
16- Não tenha pena de ninguém.
17- Você usa MS-DOS ou o Windows? Não conte a ninguém...
18- Você usa UNIX ou LINUX? Certifique-se de que está bem seguro...
19- Não crie laços afetivos com a vítima.
20- Aprenda o máximo que puder com quem sabe mais!
21- Você deve sempre aprimorar sua técnica. Lembre-se: “Os hackers são as
pessoas mais inteligentes e estudiosas do planeta”.
Breve História do Linux
Para entender direito o Linux, primeiro é preciso entender o que é SOFTWARE
LIVRE. O conceito ás vezes é entendido como SOFTWARE GRÁTIS. Não são
a mesma coisa. ‘Software livre’ se refere à liberdade dos usuários executarem,
copiarem, distribuírem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software. Os
requisitos para um software ser reconhecido pela comunidade como SOFTWARE
LIVRE, são :
1) A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito;
2) A liberdade de estudar como o programa
funciona e adaptá-lo as suas
necessidades. Aceso ao código-fonte
é um pré-requisito para esta liberdade.
3) A liberdade de redistribuir cópias
de modo que você possa ajudar ao
seu próximo.
4) A liberdade de aperfeiçoar o
programa e liberar os seus aperfeiçoamentos,
de modo que toda a comunidade se beneficie. Acesso ao código-fonte é um
pré-requisito para esta liberdade.
Isto quer dizer que o programa classificado como
‘software livre’ tanto pode ser encontrado de graça,
como pode ser encontrado a venda. Mas o que
ganha a empresa que ‘vende’ um programa que
pode ser encontrado de graça? Qual é o atrativo
para o usuário final em um programa que ele pode
baixar de graça ou receber de brinde em uma revista?
Um grande número de usuários, o suficiente para dar
lucro e manter a empresa funcionando, vai preferir comprar o programa, no lugar
de baixá-lo da Internet ou como brinde de revista. Isto ocorre por que as empresas
que comercializam softwares livres, além de tornar seus produtos mais atraentes
(embalagem), fornecem todos os manuais necessários a instalação, configuração
e uso do programa, além de suporte técnico por fax, E-Mail, telefone e
chat. Estes atrativos fazem com que empresas optem por adquirir uma cópia do
software, no lugar de baixá-lo de algum site.
Um exemplo nacional é a empresa Conectiva (www.conectiva.com.br) que possui uma
distribuição Linux om o mesmo nome. Você pode baixar do site da empresa e de
outros espalhados pela Internet, qualquer uma das últimas versões do Linux
Conectiva, incluindo seus manuais em formato PDF. Mas devido a comodidade
(nem todos possuem conexão banda larga), facilidade de leitura de um manual
impresso (nem todos vão se meter a imprimir 600 páginas em suas jato de tinta)
e suporte técnico em caso de dúvidas, muita gente prefere pagar pelo programa.
Esta é a filosofia do software livre. Vende quem quer. Compra quem quer. distribuir
quem quiser. Modifica quem souber. Todo software livre permite que o
código fonte também seja baixado.
Softwares proprietários como os da Microsoft, são chamados de ‘caixa preta’,
pois ninguém sabe se o programa faz só o que se espera dele. Há indícios de que
o Windows XP envie para a Microsoft as palavras que você usa quando faz uma
pesquisa (Iniciar -> Pesquisar). Mesmo que seja local. Esta comunicação com
a Microsoft ocorre independente da sua vontade, sem o seu conhecimento e
muito menos consentimento.
Voltando a explicação sobre o que é o Linux, precisamos
saber que antes do Linux, existia (e existe até hoje)
o projeto GNU. O projeto GNU, sob a liderança do
polêmico Richard Stallman, queria (e ainda quer) criar
um sistema operacional compatível com o UNIX mastotalmente livre. Só que eles começaram a escrever primeiro
os aplicativos e bibliotecas e deixaram o kernel por
último. Além do GNU, haviam muitos outros softwares
livres, feitos por outros autores e organizações, como o
X, TeX, aplicativos BSD, Sendmail, Apache, Ghostscript
e muitos outros. Todos esses programas eram bons,
confiáveis e muito usados, mas que estavam espalhados,
sem um núcleo (literalmente) que pudesse reuni-los e
formar um sistema operacional completo. Foi aí que nos
idos de 1991, o estudante Linus Torvalds da cidade de
Helsinki (Finlândia), estava insatisfeito com o DOS/
Windows mas não tinha dinheiro para comprar uma estação Unix. Assim, ele
simplesmente resolveu escrever um sistema operacional decente para o 386 dele,
e começou a escrever um kernel (cerne, em português) , que é a parte fundamental
de um sistema operacional.
No início, esse kernel se baseava no Minix (versão simples para fins educacionais
do UNIX), e precisava do Minix para ser rodado. Mas ajudados por alguns poucos
no começo, e por um verdadeiro exército de voluntários atualmente, ele conseguiu
criar um kernel próprio, sem ser baseado nos demais Unix (no sentido de
que não existe nenhuma linha em comum no código fonte), que é estável, rápido
e poderoso.
Atualmente, Linus Torvalds continua trabalhando no Linux e conta com o auxílio
de programadores e hackers do mundo todo.
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